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Reflexão

terça-feira, 4 de outubro de 2011

04 DE OUTUBRO - DIA DE SÃO FRANCISCO.

UM TESTEMUNHO DE FÉ.

No dia 19 de agosto, as mulheres do terço em nossa comunidade resolveram ofertar uma cesta de alimentos para uma família carente em comemoração a semana dedicada a família.

Feita a convocação, elas compareceram em massa à Capela de São José Operário, aqui no Lameiro em Crato-CE. cada uma portando a sua oferta.

O que nos surpreendeu, foi o fato de que entre aquelas que trouxeram sua doação, estar a escolhida para receber os mantimentos. Mas ela não sabia, e é muito pobre. De uma doação que havia recebido tirou um quilo de alimento e foi uma das primeiras a por no balaio da coleta. Essa senhora possui uma família de doze pessoas (incluindo dois netos) o seu esposo havia viajado para tentar emprego.

Era 19 horas quando saíram da Capela em procissão, cantando e louvando ao Senhor, com dois “Homens do Terço” à frente conduzindo o balaio com os mantimentos.

Quando a procissão deu meia volta em direção à casa da senhora em questão, que ficava na mesma rua da capela, ela exclamou:

Ei gente! Peraí, mas aqui é a minha casa!

Ela então foi informada pela minha esposa, uma das mulheres do terço, que a sua casa foi designada pelo Senhor para receber as suas bênçãos na forma daquela oferta de mantimentos.

A senhora pôs-se então a chorar e chorar, e sua emoção contagiou bastante as mulheres do terço que também se emocionaram e abraçadas romperam também em lágrimas.

A Sra. a quem chamamos de D Lourdes, não sabia o que dizer ou fazer diante do milagre divino da multiplicação gloriosa da sua desprendida oferta.
Mensagem enviada por um amigo.
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O TEMPO


Deus pede estrita conta do meu tempo,
É forçoso do tempo já da conta;
Mas, como dar sem tempo tanta conta,
Eu que gastei sem conta tanto tempo!

Para ter minha conta feita a tempo
Dado me foi bem tempo e não fiz nada.
Não quis sobrando tempo fazer conta,
Quero hoje fazer conta e falta tempo.

Ó vós que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis esse tempo em passa-tempo:
Cuidai enquanto é tempo em fazer conta.

Mas, ah se os que contam com seu tempo
Fizessem desse tempo alguma conta,
Não choravam como eu o não ter tempo.

Laurindo Rabelo

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

COM VOTOS DE FELICIDADES!

Com alegria desejo
Uma semana feliz
Cheia de muita alegria
E de encantos mil.
   Fideralina

SÍNDROME DO PÂNICO - O MAL DO SÉCULO.

      A Síndrome do Pânico é a enfermidade emocional que, nas últimas quatro décadas, acomete mais dolorosamente a população do universo. Resultado dos tempos modernos. Estamos todos muito e sempre estressados. Descontrole populacional, desemprego, violência urbana, trânsito que desarmoniza o tempo do cidadão, competição desumana entre as pessoas, a decomposição dos lares, a desumanização que estereliza a paz e desnutre esperanças... Isto tem um nome - Estresse -
      Estresse gera ansiedade. Ansiedade não neutralizada desdobrainarredavelmente em depressões, fobias, transtornos obsessivo-compulsivos e, também,  a Síndrome do Pânico. Em 2005, numa pesquisa realizada no Brasil, o resultado foi assustador: só em consultórios particulares, constataram-se dois mil casos novos de síndrome do pânico... por dia. Não foram computados os que se manifestam nos SUS,CAPS, PSF, SAMU e outros abrigos que "assistem" os menos favorecidos. Afinal de contas, as estatísticas, neste país, ignoram os pobres. Como sempre.
      A sintomatologia se manifesta em situações as mais diversas. Você pode estar numa fila de banco, num restaurante, num salão de beleza, passeando num shopping, fazendo qualquer coisa ou menos nada. A rsepiração fica ofegante, sudorese nas extremidades, taquicardia, formigamentos, ânsia de vômito, culminando para o pior dos sintomas: os medos. Medo de perder o controle, de enlouquecer, de morrer. A crise raramente dura mais de trinta minutos. E a pessoa volta ao normal, independentemente de médicos e de medicamentos. Até a nova crise. Depois outra e mais outra. Quando enfim se busca um tratamento.
      As mulheres são mais atingidas que os homens. Em torno de 70%. Faixa etária: entre 20 e 30 anos. O tratamento é feito com antidepressivos durante 2 a 2,5 anos, ininterruptamente. Nos primeiros seis meses, a psicoterapia é de fundamental importância.
      
                                 Wellingnton Alves
                                      psiquiatra

domingo, 2 de outubro de 2011

SALMOS 37:4

SE EU QUISER FALAR COM DEUS

EVANGELHO DO DIA

   
    Ano A - Dia: 02/10/2011



Os lavradores maus

Leitura Orante

Mt 21,33-43

Jesus disse:
- Escutem outra parábola: certo agricultor fez uma plantação de uvas e pôs uma cerca em volta dela. Construiu um tanque para pisar as uvas e fazer vinho e construiu uma torre para o vigia. Em seguida, arrendou a plantação para alguns lavradores e foi viajar. Quando chegou o tempo da colheita, o dono mandou alguns empregados a fim de receber a parte dele. Mas os lavradores agarraram os empregados, bateram num, assassinaram outro e mataram ainda outro a pedradas. Aí o dono mandou mais empregados do que da primeira vez. E os lavradores fizeram a mesma coisa. Depois de tudo isso, ele mandou o seu próprio filho, pensando: "O meu filho eles vão respeitar." Mas, quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros: "Este é o filho do dono; ele vai herdar a plantação. Vamos matá-lo, e a plantação será nossa."
- Então agarraram o filho, e o jogaram para fora da plantação, e o mataram.
Aí Jesus perguntou:
- E agora, quando o dono da plantação voltar, o que é que ele vai fazer com aqueles lavradores?
Eles responderam:
- Com certeza ele vai matar aqueles lavradores maus e vai arrendar a plantação a outros. E estes lhe darão a parte da colheita no tempo certo.
Jesus então perguntou:
- Vocês não leram o que as Escrituras Sagradas dizem?
"A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas.
Isso foi feito pelo Senhor e é uma coisa maravilhosa!"
E Jesus terminou:
- Eu afirmo a vocês que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado para as pessoas que produzem os frutos do Reino.

DEUS OU NATUREZA


Sou filho da natureza

Eterna sabedoria

Esta fonte de energia

Deste céu e redondeza

Este espaço de largueza

De onde alguém partir

Por mais que possa seguir

Sempre fica no meio

Por mais que faça rodeio

Não pode dele sair.

É um mistério profundo

Esta lei da criação

Tudo em movimentação

Os astros e nosso mundo

Diz a história segundo

Que a suprema divindade

Com seu poder e vontade

Fez esta imensa grandeza

Que chamamos natureza

Deus ou eternidade.

Que existe Deus é verdade

Eu vejo no pensamento

Neste vasto firmamento

Em sua profundidade

Na lei da eternidade

Que encerra tudo assim

Bom médio e ruim

Dando a tudo condição

Na obra da criação

Cada coisa para um fim.

Deus é este poder

Que o universo domina

E cada astro combina

No espaço a se mover

Sua órbita percorrer

Em grande velocidade

Forma a lei da gravidade

De mudança e rotação

Tudo em certa direção

Obedecendo a vontade

Deste poder eterno

Onisciente e criador

Que deu o perfume à flor

E fez o amor materno

O coração meigo e terno

De uma esposa fiel

O homem de bom papel

Honesto e de confiança

O riso de uma criança

Que tem doçura de mel.

Uma célula se movendo

Já lutando pela vida

Com óvulo sendo unida

O útero lhe acolhendo

Aonde fica vivendo

Se alimenta sem comer

Sentindo gosto e prazer

E calmamente descansa

E uma linda criança

Com nove meses nascer.

O uirapuru que canta

Com uma fascinação

Chamando tudo atenção

Macaco veado anta

Sua harmonia é tanta

Que domina a passarada

Fica em derredor calada

Ouvindo a linda seresta

Do músico da floresta

Como uma coisa encantada.

Uma abelha tão pequena

Sem livro sem instrução

Sem ter uso de razão

Voa no campo serena

E sem precisar de pena

Do homem foi professora

Do mel sendo autora

Mostrou mais inteligência

De onde vem a ciência

E da mente criadora

A água criadora

Sem um segundo parar

Se balançando no mar

E pelo aquecimento

Sobe para o firmamento

Até certa região

Por meio da condensação

Em chuva se transformando

Ao oceano voltando

Fazendo a circulação.

Este mistério da morte

Que não respeita ninguém

Leva sem olhar a quem

Que seja fraco ou forte

E não depende de sorte

Sua justiça é legal

Seguindo a lei natural

Cumprindo com seu dever

E não existe poder

Para dela ser rival.

Mas de cem mil anos luz

Pra via-láctea atravessar

E quando ela passar

Outra galáxia reluz

Nos confins dos céus azuis

Milhões de estrelas brilhando

O espaço assim mostrando

O cosmos em sua grandeza

E o poder da natureza

Os homens desafiando

Tudo isto é Deus

Aos homens se manifestando

O crédulo está notando

Todos os prodígios seus

Só os bobos dos ateus

Em sua louca presunção

Desobedecem à razão

Descrendo nesta verdade

Dos feitos da divindade

Na obra da criação.

MIGUEL ALVES DE LIMA. (Miguel DelFonso das Panelas)

Poeta varzealegrense

sábado, 1 de outubro de 2011

POEMA

AQUI E AGORA

Eu assumo o instante
Por meus amigos
Por meus limites
Eu assumo o instante
As suas incertezas
Os seus sentimentos
O que se lhe vem no peito
E o torno visível
E o torno legível
E nele vivo uma vida inteira
E nele cristalizo a idéia de ser
Ou de não ser
Dá no mesmo afinal.

Por meus amigos
Por ser fugaz
Por me sentir capaz
De algo real fazer
Eu assumo o instante
E o transformo em versos
Que sejam tortos ou retos
Que tenham rimas ou não
Que tudo digam ou nada
A mim não interessa
Pois de qualquer forma neles vivo
De qualquer forma neles posso a ser
Com eles sou eterno
Com eles sou limites
Que vivem além dos limites.
 
    zé bitu