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Reflexão

domingo, 8 de abril de 2012

CORA CORALINA UMA LIÇÃO DE VIDA.

Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem.
Ela lhe disse:

Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo pra você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.
É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.
Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.
Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

(Cora Coralina)

OBRIGADA POR ME ADOTAREM COMO AMIGOS.

Valorisando amigos
Incentivando blogueiros
Concentrando-se nas ideias
Envolvendo cultura
Navegando na internete
Traduzindo bons textos
Escolhendo amizades.
  
 É assim que:

Vive este ser humano
Aconchegando-se à esposa
Levando o conhecimento
Divertindo os caloros
Envolvidos nos blogs
Notificando os erros 
Ignorando as críticas
Almejando felicidades!
 
"Suas mentes  são instrumentos de trabalho e paz em favor dos outros".

PADRE ZEZINHO


PÁSCOA!

  Que a nossa FÉ e o nosso compromisso com JESUS se multiplique dentro de cada um de nós.
À todos os amigos uma FELIZ PÁSCOA! Que nossa vida seja renovada e as mudanças se coloquem lado a lado e o nosso AMOR se estenda sobre todos os humanos. Não importa o rico, o pobre, o preto, o branco o amigo e o que não nos consideram como tal.
FELIZ PÁSCOA!!!!!!!!!!

Boas Vindas, Vicente Almeida!

Atendendo a um pedido de Zezê.....

...estou postando essas fotos....

...algumas na TRILHA DO COCÓ na companhia de Cleide...

...outras na casa de Isabel...

registrando nossos encontros com as irmãs que amamos...

..ela me pede ainda...


....para dedicar essa postagem...
...a seu mais novo colaborador: VICENTE ALMEIDA...

..por quem a BITUZADA tem um grande apreço...

....agradecendo o carinho dedicado a meus irmãos e a você. Feliz Páscoa!

sábado, 7 de abril de 2012

OBRIGADA PELA SUA AMIZADE....

Percebi que tenho mais coisas para agradecer ....
Obrigada pela sua amizade.
CLEIDE BITU

PARA VOCÊ , COM CARINHO.

BOA AMIGA , FELIZ PÁSCOA PARA VOCÊ.
ABRAÇO DA AMIGA CLEIDE.

TABUS E MEDOS - Por Vicente Almeida

TABUS E MEDOS


Nasci em um sitio de pé de serra denominado Belmonte, aqui no Crato-CE. Meus pais eram singelos agricultores, tementes a Deus, e não arredavam uma vírgula das informações que lhes eram passados pelos sacerdotes do seu tempo. O que eles aprenderam foi o que nos repassaram no decorrer dos anos.

Quando eu tinha cerca de dez anos fiquei sabendo por terceiros, que no último dia da semana santa, sábado de aleluia, deveria haver uma missa a meia noite, e somente poderia ser celebrada se os padres, Folheando todos os livros da igreja encontrassem uma gota de sangue, o sangue de Cristo entre as páginas de um deles. Por isto as portas ficavam cerradas. Quando o sangue era encontrado, os sinos tocavam alegres e as portas eram abertas ao público.

O meu medo era que não encontrassem a gota de sangue, pois fiquei sabendo que se não fosse localizada, o mundo acabaria naquele ano. Então nessas noites eu não conseguia pregar o olho até ouvir o sino tocar a meia noite.

Com o passar dos anos, fui crescendo, mas sempre temeroso de um dia o mundo acabar no ano em que não encontrassem aquela gotinha de sangue. Aquilo não me saia da cabeça. Mais algum tempo e fui autorizado a ir à missa do sábado de aleluia. Então me plantava na calçada da Sé Catedral ouvindo o barulho interno sem nada poder ver, e ficava também de olho no grande relógio da matriz, doido que chegasse a meia noite e que os padres encontrassem a tão esperada gota de sangue.

O leitor na idade atual e que não passou pelos tempos negros dos tabus religiosos, não pode imaginar o que se passava na cabeça de uma criança. E naqueles tempos a gente não podia conversar com os adultos sobre essas coisas, pois eles saiam com evasivas, talvez por que também não soubessem explicar como acreditavam nessas coisas. O padre estava certo e ponto final.

Quando se aproximava esse tempo, eu perdia o apetite e ninguém me fazia comer coisa alguma. Às vezes me escondia para não conversar com ninguém, e até temia tocar no assunto.

É... Fui um garoto irrequieto, mas cheio de temores e traumas, mas não culpo os fundamentos da religião por isto. Naquele tempo era o que podia ser ensinado.

Lembro-me de 1957 quando falaram que em 1960 haveria três noites de escuro, e durante a escuridão a maior parte da população mundial morreria.

Pois bem, sofri durante os três anos seguintes e passei meses sem me alimentar direito. Era horrível ser criança e não poder falar com os adultos sobre nossos temores. Talvez eles tivessem me ouvido e me orientado. Mas eu temia demais falar sobre o assunto quando cheirava a morte.

Por motivos religiosos e pelos tabus pregados como verdades, sofri muito na minha infância, juventude e adolescência. Se estou aqui narrando para vocês é por que sei que muitos também passaram por coisas semelhantes e como eu, certamente deram a volta por cima sem armazenar traumas.

Cada um tem a sua história.

Qual é a sua?

Escrito por Vicente Almeida
07/04/2012

"HÁ LÁGRIMAS QUE CORREM PELA FACE E OUTRAS QUE ROLAM PELO CORAÇÃO"

                                           ERA UMA VEZ UMA CASA.
                                           ENTRADA DE UM QUARTO
                                           CASA QUE ME ABRIGOU 26 ANOS

Estive agora em Iguatu, cidade onde vivi por 26 anos. A minha casa ficava à Rua 13 de Maio, 540. Hoje, ela se transformou em um restaurante o que me surpreendeu e me fez refletir sobre a vida. Passaram-se os anos e tudo ficou pra trás. E, confesso que as lágrimas rolaram pelo coração e convicta estou que "só o amor constrói para a eternidade"......










sexta-feira, 6 de abril de 2012

PARA LER TODOS OS DIAS.

Fernando Pessoa
(Lisboa, 13 de junho de 1888 - Lisboa, 30 de novembro de 1935)

Descrição: cid:21099F66-7821-480E-8779-FF65A9D5CE37

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos..
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...