Mensagem de Edivânia.
Muito obrigada por postar no Facebook.
Feliz Natal, prima.
Mensagem
Reflexão
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
CONTRSATES DE VÁRZEA ALEGRE.
Mas diga moço de onde você é?
Eu sou da terra que de Mastruz se faz café
Meu amigo eu sou da terra
De Zé Felipe afamado,
Onde o bode era marchante
E Jesus foi intimado.
Sou da terra do arroz do sabido acabrunhado,
Do calango carcereiro.
Meu amigo eu sou da terra
Que o peru foi delegado.
Meu amigo eu sou da terra
Onde o sobrado é nos oitão
Houve três anos de guerra
Não morreu um só cristão
Onde o eleitor amigo pra votar não faz questão
Elegeram pra prefeito
Numa só semana
Quatro nobres cidadãos
Meu amigo em minha terra
Já pegou fogo no gelo
Apagaram com carbureto
Foi o maior desmantelo
São Brás lá é São Raimundo
Se festeja com muito zelo
O prefeito completava idade
Era de quatro em quatro anos
E nunca penteou o cabelo
Meu amigo eu sou da terra
Que o padre era casado
Enviuvou duas vezes
E depois foi ordenado
Ainda hoje reza missa
Os filhos já estão criados
O juiz era uma mulher
Meu amigo eu sou da terra
Que o cruzeiro é isolado Mas diga moço de onde você é?
Eu sou da terra que de Mastruz se faz café
Meu amigo eu sou da terra
De Zé Felipe afamado,
Onde o bode era marchante
E Jesus foi intimado.
Sou da terra do arroz do sabido acabrunhado,
Do calango carcereiro.
Meu amigo eu sou da terra
Que o peru foi delegado.
Meu amigo eu sou da terra
Onde o sobrado é nos oitão
Houve três anos de guerra
Não morreu um só cristão
Onde o eleitor amigo pra votar não faz questão
Elegeram pra prefeito
Numa só semana
Quatro nobres cidadãos
Meu amigo em minha terra
Já pegou fogo no gelo
Apagaram com carbureto
Foi o maior desmantelo
São Brás lá é São Raimundo
Se festeja com muito zelo
O prefeito completava idade
Era de quatro em quatro anos
E nunca penteou o cabelo
Meu amigo eu sou da terra
Que o padre era casado
Enviuvou duas vezes
E depois foi ordenado
Ainda hoje reza missa
Os filhos já estão criados
O juiz era uma mulher
Meu amigo eu sou da terra
Que o cruzeiro é isolado
100 ANOS DE LUIZ LUA GONZAGA.
Luiz Gonzaga Não Morreu.
Lembro muito bem da época em que o Rei sofreu um acidente e,
alguém fez uma paródia que tinha os seguintes versos:
Luia Gonzaga não morreu
Nem a sanfona dele desapareceu
Seu automovel na virada se amassou
E a latinha se furou
Mais o Gonzaga não morreu.
Não sei quem foi o autor, mas no Colégio a gente
conheceu esse episódio.
Hoje, se festeja o nascimento desse grande homem que tanto
encantou o Nordeste, o Brasil e o Ceará, com sua sanfona e seu cantar.
São 100 anos, um século. Que pena não está ainda entre nós.
Fideralina.
Nem
Lembro muito bem da época em que o Rei sofreu um acidente e,
alguém fez uma paródia que tinha os seguintes versos:
Luia Gonzaga não morreu
Nem a sanfona dele desapareceu
Seu automovel na virada se amassou
E a latinha se furou
Mais o Gonzaga não morreu.
Não sei quem foi o autor, mas no Colégio a gente
conheceu esse episódio.
Hoje, se festeja o nascimento desse grande homem que tanto
encantou o Nordeste, o Brasil e o Ceará, com sua sanfona e seu cantar.
São 100 anos, um século. Que pena não está ainda entre nós.
Fideralina.
Nem
"TRILOGIA DO CICLO DO JUMENTO"
Patativa do Assaré, Zé Clementino fez parte da “Trilogia do Ciclo do Jumento”, um movimento idealizado em Crato, em defesa do jegue. A iniciativa tomou dimensão nacional através da música e da poesia dos quatro defensores do jumento. A campanha ganhou mais intensidade na década de 80, quando os quatro se encontraram na Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), sob a presidência de Henrique Costa. Padre Vieira chegou ao palanque, onde se encontravam Luiz Gonzaga, Patativa e Zé Clementino, montado num jumento.
Ao lembrar este fato, o jornalista Huberto Cabral destaca que Zé Clementino foi um dos mais vigorosos músicos do Ceará. É o autor de autênticos clássicos da música nordestina, tendo sido interpretado por alguns dos grandes nomes da MPB, dentre os quais o “Rei do Baião” — Luiz Gonzaga. Funcionário público aposentado, Zé Clementino, que já morou em Crato, quando trabalhava no INSS, integrou-se à vida boêmia da Princesa do Cariri, fazendo parcerias com outros artistas cratenses, entre os quais, Correinha e Hildelito Parente.
Com o “velho Lua”, o talento de Zé Clementino ganharia destaque nacional, ao passo que, por outro lado, a inventiva produção artística do compositor varzealegrense proporcionaria vitalidade e renovação à obra musical de Luiz Gonzaga. O “batismo” fonográfico da parceria Luiz Gonzaga-Zé Clementino procedeu-se, de certa forma, quando o “Rei do Baião” atravessava um longo período de ostracismo e mesmo de indefinição quanto à continuidade da carreira artística. No seu trabalho anterior, o ilustre “sanfoneiro de Exu” mostrava-se desestimulado e cético quanto aos possíveis rumos de sua até então vitoriosa trajetória musical. Numa de suas canções mais emblemáticas da época, Luiz Gonzaga lamentava: “Pra onde tu vai, Baião? / Eu vou sair por aí / Mas por que, Baião? / Ninguém me quer mais aqui...”. De fato, o Baião, assim como outros ritmos nordestinos, havia perdido o forte apelo comercial que gozara no passado, particularmente em virtude do surgimento de novos movimentos musicais — a Bossa Nova e a Jovem Guarda. Nesse panorama, foi lançado o álbum “Luiz Gonzaga – Óia Eu Aqui de Novo”, o qual continha três canções compostas por Zé Clementino. Uma delas, o “Xote dos Cabeludos”, uma bem humorada crítica à estética ‘hippie’ que conquistava a juventude de todo o mundo, tornou-se uma das músicas mais executadas do país no verão de 68, trazendo o ‘Rei do Baião’ de volta à mídia e despertando o interesse das novas gerações pelo riquíssimo acervo musical do artista.
Naquele mesmo ano, Zé Clementino confere uma legítima e emotiva dádiva à sua cidade natal, quando compõe a letra do Hino Oficial de Várzea Alegre. No seu álbum seguinte, Luiz Gonzaga grava “O jumento é nosso irmão”, uma homenagem à luta, encampada pelo Padre Vieira, em prol da preservação da espécie asinina. Em 1976, fazendo proveito do mesmo tema, o Rei do Baião gravaria “Apologia ao jumento”, uma espécie de discurso inflamado em que, com muito bom humor, exalta as benesses do “pobre e castigado” animal. Registra ainda o xote “Capim Novo”, outra canção do compositor varzealegrense, cuja letra sugere uma “discutível” alternativa terapêutica e afrodisíaca para os homens que enfrentam os “percalços” da terceira idade.
Em 1978, o Trio Nordestino, na época o campeão em vendagem de discos no segmento de música regional, grava “Chinelo de Rosinha”, uma parceria de Zé Clementino e Paulo César Clementino. Em 1983, o Brasil vê-se tocado pela sensibilidade musical do prodigioso varzealegrense Serginho Piau, que executa a comovente canção “Simplesmente Zé”, de autoria de Zé Clementino, em alguns programas televisivos. Por fim, os anos 90 marcaram o processo de revitalização estética e musical do forró, e o cearense Sirano, um dos mais bem sucedidos artistas do Ceará. Entre as suas músicas estão: “Xote dos cabeludos” , “O jumento é nosso irmão”, “Apologia ao jumento”, “Contrastes de Várzea Alegre”, “Capim novo”, “Sou do banco Xeêm”, “Chinelo de Rosinha”, “Jeito bom”, “Hino Oficial de Várzea Alegre”, e “Simplesmente Zé”. Ele faleceu vítima de enfarte no Hospital de Várzea Alegre, aos 69 anos de idade.
Reportagem de HUMBERTO CABRAL.
Ao lembrar este fato, o jornalista Huberto Cabral destaca que Zé Clementino foi um dos mais vigorosos músicos do Ceará. É o autor de autênticos clássicos da música nordestina, tendo sido interpretado por alguns dos grandes nomes da MPB, dentre os quais o “Rei do Baião” — Luiz Gonzaga. Funcionário público aposentado, Zé Clementino, que já morou em Crato, quando trabalhava no INSS, integrou-se à vida boêmia da Princesa do Cariri, fazendo parcerias com outros artistas cratenses, entre os quais, Correinha e Hildelito Parente.
Com o “velho Lua”, o talento de Zé Clementino ganharia destaque nacional, ao passo que, por outro lado, a inventiva produção artística do compositor varzealegrense proporcionaria vitalidade e renovação à obra musical de Luiz Gonzaga. O “batismo” fonográfico da parceria Luiz Gonzaga-Zé Clementino procedeu-se, de certa forma, quando o “Rei do Baião” atravessava um longo período de ostracismo e mesmo de indefinição quanto à continuidade da carreira artística. No seu trabalho anterior, o ilustre “sanfoneiro de Exu” mostrava-se desestimulado e cético quanto aos possíveis rumos de sua até então vitoriosa trajetória musical. Numa de suas canções mais emblemáticas da época, Luiz Gonzaga lamentava: “Pra onde tu vai, Baião? / Eu vou sair por aí / Mas por que, Baião? / Ninguém me quer mais aqui...”. De fato, o Baião, assim como outros ritmos nordestinos, havia perdido o forte apelo comercial que gozara no passado, particularmente em virtude do surgimento de novos movimentos musicais — a Bossa Nova e a Jovem Guarda. Nesse panorama, foi lançado o álbum “Luiz Gonzaga – Óia Eu Aqui de Novo”, o qual continha três canções compostas por Zé Clementino. Uma delas, o “Xote dos Cabeludos”, uma bem humorada crítica à estética ‘hippie’ que conquistava a juventude de todo o mundo, tornou-se uma das músicas mais executadas do país no verão de 68, trazendo o ‘Rei do Baião’ de volta à mídia e despertando o interesse das novas gerações pelo riquíssimo acervo musical do artista.
Naquele mesmo ano, Zé Clementino confere uma legítima e emotiva dádiva à sua cidade natal, quando compõe a letra do Hino Oficial de Várzea Alegre. No seu álbum seguinte, Luiz Gonzaga grava “O jumento é nosso irmão”, uma homenagem à luta, encampada pelo Padre Vieira, em prol da preservação da espécie asinina. Em 1976, fazendo proveito do mesmo tema, o Rei do Baião gravaria “Apologia ao jumento”, uma espécie de discurso inflamado em que, com muito bom humor, exalta as benesses do “pobre e castigado” animal. Registra ainda o xote “Capim Novo”, outra canção do compositor varzealegrense, cuja letra sugere uma “discutível” alternativa terapêutica e afrodisíaca para os homens que enfrentam os “percalços” da terceira idade.
Em 1978, o Trio Nordestino, na época o campeão em vendagem de discos no segmento de música regional, grava “Chinelo de Rosinha”, uma parceria de Zé Clementino e Paulo César Clementino. Em 1983, o Brasil vê-se tocado pela sensibilidade musical do prodigioso varzealegrense Serginho Piau, que executa a comovente canção “Simplesmente Zé”, de autoria de Zé Clementino, em alguns programas televisivos. Por fim, os anos 90 marcaram o processo de revitalização estética e musical do forró, e o cearense Sirano, um dos mais bem sucedidos artistas do Ceará. Entre as suas músicas estão: “Xote dos cabeludos” , “O jumento é nosso irmão”, “Apologia ao jumento”, “Contrastes de Várzea Alegre”, “Capim novo”, “Sou do banco Xeêm”, “Chinelo de Rosinha”, “Jeito bom”, “Hino Oficial de Várzea Alegre”, e “Simplesmente Zé”. Ele faleceu vítima de enfarte no Hospital de Várzea Alegre, aos 69 anos de idade.
Reportagem de HUMBERTO CABRAL.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL!
Natal!
Os cartões e a troca de presentes
Numa ceia bonita e magistral
Apresentam de forma estrutural
Tradições de forma celestial.
Os enfeites na árvora, pendentes
Dão a graça de forma celestial
E o presépio enfeitado dá o sinal
De um Deus Pai consagrado em nossas mentes.
Escutando as músicas natalinas
Os cristãos apreciam notas finais
Num período feliz, fundamental.
É Jesus abolindo o inconformismo,
Demonstrando o valor do Cristianismo
E a alegria da Noite de Natal.
Com o carinho de:
Fideralina.
Os cartões e a troca de presentes
Numa ceia bonita e magistral
Apresentam de forma estrutural
Tradições de forma celestial.
Os enfeites na árvora, pendentes
Dão a graça de forma celestial
E o presépio enfeitado dá o sinal
De um Deus Pai consagrado em nossas mentes.
Escutando as músicas natalinas
Os cristãos apreciam notas finais
Num período feliz, fundamental.
É Jesus abolindo o inconformismo,
Demonstrando o valor do Cristianismo
E a alegria da Noite de Natal.
Com o carinho de:
Fideralina.
O DESMATAMENTO REDUZIU. VOCÊ FAZ PARTE DISSO.
Fazer mais festinha com os amigos, resmungar menos, perder uns quilinhos, terminar aquele livro de 600 páginas... Chega dezembro, é sempre assim: muita gente corre para botar no papel as promessas de ano novo. Aqui no Greenpeace, também fizemos nossa listinha. E o primeiro item é ousado: levar para o Congresso uma lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero.
Mas para que esse desejo vire realidade, precisamos que você coloque aí na sua lista de promessas: compartilhar essa ideia com os amigos. Até agora, mais de 663 mil pessoas como você já aderiram à campanha para um Brasil mais verde. Temos que chegar ao maior número possível de assinaturas para que esse projeto de lei deixe de ser mais um promessa de ano novo e passe, de fato, a valer.
Divulgue a campanha,
Estou dentro.
Fideralina.
Mas para que esse desejo vire realidade, precisamos que você coloque aí na sua lista de promessas: compartilhar essa ideia com os amigos. Até agora, mais de 663 mil pessoas como você já aderiram à campanha para um Brasil mais verde. Temos que chegar ao maior número possível de assinaturas para que esse projeto de lei deixe de ser mais um promessa de ano novo e passe, de fato, a valer.
Divulgue a campanha,
Estou dentro.
Fideralina.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
MENSAGEM DE UMA NETA PARA O AVÔ.
Agna Lígia, neta de Antônio (meu irmão)
prestou essa linda mensagem sobre seu Avô.
Achei linda! O que as crianças recebem de carinho jamais esquecem.
Obrigada, Lígia. Você sempre foi uma garota inteligente e, sei que foi você, na sua inocência quem percebeu que seu avô já não mais estava entre nós. Lembra? Foi no intervalo do jogo do Brasil, na copa do mundo em junho de 1998
Fideralina.
prestou essa linda mensagem sobre seu Avô.
Achei linda! O que as crianças recebem de carinho jamais esquecem.
Obrigada, Lígia. Você sempre foi uma garota inteligente e, sei que foi você, na sua inocência quem percebeu que seu avô já não mais estava entre nós. Lembra? Foi no intervalo do jogo do Brasil, na copa do mundo em junho de 1998
Fideralina.
A uma grande amiga no Natal.- por Fafá Bitu.
Fridda, um Natal de grandes realizações....
..muita paz, e essa fraternidade que você....
..
...nos passa o ano inteiro...
...que venha 2013 com promessa de vida e saúde em nossos corações.. Obrigada pela sua amizade SEMPRE.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE - Por Vicente Almeida
DIFERENÇAS ENTRE RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE
Cada dia que passa é possível aprendermos um pouco mais, entretanto é preciso querer aprender.
Ninguém poderá enxergar aquilo que não deseja ver, mesmo que esteja a sua frente, ao seu alcance é preciso querer.
Quando nascemos já estão a nossa disposição todas as ferramentas destinadas ao nosso progresso. A medida que vamos adquirindo consciência poderemos começar a usar essas ferramentas ou deixá-las de lado. Cada dia perdido é um dia que jamais poderá ser recuperado.
O que peço a você é que use a lógica da razão, não se deixando levar por informações inconsistentes apenas por não querer perder um tempinho, um minutinho. Se nada aprenderes hoje saberás e valerás bem menos amanhã!
Religião é Doutrina basta seguir normas pre-estabelecidas. Espiritualidade é filosofia requer estudo e aprofundamento sem a necessidade de você abandonar sua religião.
Texto: Vicente Almeida
10/12/2012
Assinar:
Postagens (Atom)









