Mensagem
Reflexão
sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
AMIGO VIRTUAL JÁ ERA!
Foi para mim, muita satisfação ter entre meu ciclo de amizade mais um varzealegrense
que vive longe da terrinha. E São Raimundo não os abandona e sente a presença de seus filhos amados! Obrigada por me proporcionar tamanha alegria.
Setembro de 2013.
Fideralina.
Bom Retorno
Fridda, bom retorno, sentimos sua falta.
Grande abraço e obrigada pelo carinho de sua amizade.
Zezê e Fafá
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Lançamento Livro- em Festa de São Raimundo Nonato
A cidade de Várzea Alegre recebeu mais uma grande obra literária. O jornalista varzealegrense, Jurani Clementino, que há muito tempo habita as terras do estado da Paraíba, onde aplica os seus conhecimentos como professor e profissional da imprensa, preparou um livro que objetiva resgatar, com profundidade e com olhares diferentes, a vida de uma das maiores expressões artísticas de Várzea Alegre e do Ceará: o poeta e compositor Zé Clementino.
O livro com o título “Zé Clementino – O matuto que devolveu o trono ao rei”, chega para cobrir uma lacuna de reconhecimento nacional ao varzealegrense Zé Clementino.
Com um talento fantástico para compor poesias e letras de música, Zé Clementino foi fator determinante na retomada da carreira de Luiz Gonzaga, especialmente entre os anos de 1960 e 1970, quando o Brasil vivia envolto em confrontos políticos e invasão de modismos musicais.
Zé Clementino pôs doce na boca e na sanfona do Rei do Baião com composições como “Capim Novo”, “Xote dos Cabeludos”, “Sertão 70”, entre outras.
Zé Clementino, na verdade, embora o sucesso estrondoso de suas músicas, não apareceu tanto quanto merecia o seu talento, e é a correção dessa direção destoante do artista que a obra do jornalista Jurani Clementino procura corrigir com justiça.
O livro foi lançado na FESTA DE SÃO RAIMUNDO e tem sido muito elogiado.
De parabéns o jornalista Jurani Clementino pelo excelente trabalho de pesquisa com familiares e amigos do compositor e os varzeaalegrenses que tem em mãos agora uma verdadeira obra literária.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
TRISTE DESPEDIDA
Foi por demais a querer
Que escrevi este poema
Com uma ânsia extrema
De novamente lhe ver
E nunca mais a perder!.
Desde quando eia partiu
Um vago enorme se abriu
Neste meigo coração
Cheio de amor e paixão,
Que sem pesar destruiu
Sempre me vem na lembrança
Os momentos venturosos
Os abraços calorosos
Carregados de esperança
Cumplicidade e bonança!
Das fugidas programadas
Das noites enluaradas
Nos campos de nossa terra
Bem próximo de lindas serras
Em nosso amado sertão!
As promessas de amor
Horas cheias de sonhos
Dum porvir belo e risonho
De paixão e muito ardor
Muita ternura e calor!
Com propósitos seguros
Sentimentos os mais puros
Dentro d’alma a transbordar
Corações a almejar
Muito amor e paz futuros.
Mas a vida pertence a DEUS
Nem sempre o que a gente almeja
Sai tal como se deseja.
Os desígnios vêm dos Céus
De acordo com os planos Seus.
E de certo melhor será
Não há como contestar
Firmemente acredito
Ela foi como está escrito
P‘ro PARAÍSO onde está!
Minha eterna e doce amada
Que os tempos não trazem mais
Meu sofrimento é demais
Sou como a alma penada
Que não aspira mais nada.
Com sua brusca partida
Deixou-me por despedida
Muita tristeza e saudade,
Sem dó e sem piedade,
Destruindo a minha vida!
João Bitu
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO-PADROEIRA DE FORTALEZA
A Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção é um dos principais pontos turísticos de Fortaleza. O monumento que originou e nomeia a cidade, localiza-se à margem da foz do riacho Pajeú e abriga a 10° região militar do Exercito Brasileiro. Vale lembrar que a Fortaleza é um dos pontos turísticos presentes no pôster que divulga Fortaleza como uma das sedes da Copa de 2014.
Sua origem tem várias versões apontadas por historiadores. Uma delas afirma que a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção foi construída para resistir a invasão dos holandesa em 1649, recebendo o nome de Forte de Schoonenborch.
Em 1812, durante o governo de Manuel Inácio de Sampaio, o forte foi desmoronado, dando início a uma nova estrutura, desta vez em alvenaria de pedra e tijolo, com o projeto de autoria do Tenente Coronel Engenheiro Antônio José da Silva Paulet, sendo concluída a sua construção em 1860. Nos primeiros anos, a fortaleza funcionou como Quartel, sendo sede do Governo e moradia dos Capitães mores.
Posteriormente, 1951, passou a abrigar a imagem de Nossa Senhora da Assunção, em uma capela situada na faixada oeste da fortaleza que dá vista para a Praça dos Mártires, que recebeu essa denominação por ter sido o cenário de várias execuções, entre elas, do Padre Mororó.
Nossa Senhora da Assunção é a denominação dada a Virgem Maria em alusão a sua assunção aos céus. A festa da Assunção é comemorada dia 15 de agosto. Também é conhecida como Nossa Senhora da Glória ou Nossa Senhora da Guia
Sua origem tem várias versões apontadas por historiadores. Uma delas afirma que a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção foi construída para resistir a invasão dos holandesa em 1649, recebendo o nome de Forte de Schoonenborch.
Em 1812, durante o governo de Manuel Inácio de Sampaio, o forte foi desmoronado, dando início a uma nova estrutura, desta vez em alvenaria de pedra e tijolo, com o projeto de autoria do Tenente Coronel Engenheiro Antônio José da Silva Paulet, sendo concluída a sua construção em 1860. Nos primeiros anos, a fortaleza funcionou como Quartel, sendo sede do Governo e moradia dos Capitães mores.
Posteriormente, 1951, passou a abrigar a imagem de Nossa Senhora da Assunção, em uma capela situada na faixada oeste da fortaleza que dá vista para a Praça dos Mártires, que recebeu essa denominação por ter sido o cenário de várias execuções, entre elas, do Padre Mororó.
Nossa Senhora da Assunção é a denominação dada a Virgem Maria em alusão a sua assunção aos céus. A festa da Assunção é comemorada dia 15 de agosto. Também é conhecida como Nossa Senhora da Glória ou Nossa Senhora da Guia
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
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