Mensagem enviada por Ivoneide.
13/01/2013
Mensagem
Reflexão
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
CURTO. BONITO E SÁBIO.
Curto, bonito e sábio.
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do
Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito
simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
- E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente,
e esquecem-se de ser felizes."
NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do
Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito
simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
- E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente,
e esquecem-se de ser felizes."
NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...
TEXTO DE SÁVIO.
Sempre
tive admiração por certas datas e por certos números. O trinta e um de
dezembro me estimula a fazer planos e a perpetuar o meu direito de
sonhar. O número treze, apesar de
temido por tantos, é um número
muito querido por mim. Mas, o meu xodó recai sobre o onze de janeiro.
Acho-o charmoso, imponente, saudável e um tanto quanto enigmático; mas
me traz uma energia positiva, transcendental e verdadeira. Agora,
pasmem: um onze de janeiro em 2013, realmente merece ser lembrado.
Logo cedo, ao me parabenizar, a minha mãe me reproduziu a magna data de
seu primeiro parto. Pela manhã, foi visitar uma amiga que havia dado à
luz, e teve, por gentileza, de dar banho no recém-nascido. À tarde,
torrou um tacho de grãos de café, moeu-os em moinho manual e acomodou o
pó em pequenas latas reutilizáveis. No crepúsculo vespertino, com as
contrações uterinas em progressão, autoriza o meu pai a sair em busca da
parteira. Antônia Cabeleira embrenha-se naquele ambiente
doméstico fumando um cigarro confeccionado com fumo de rolo e palha de
milho, e ordena a gestante a se preparar para o exame. Sem luvas, faz um
toque vaginal e informa: - Está se aproximando a hora! – Vez por outra,
lança jatos de saliva ao chão, porém sempre atenta às contrações
uterinas. A bolsa se rompe em um dos toques vaginais. Talvez pelo
contato direto da unha com a bolsa das águas. Todavia, o final do parto
se torna longo, estressante e doloroso.
Às 22h30 nasce o
pequeno José. Seria Domingos Sávio, não fosse pela falta de choro dos
primeiros minutos de vida. A avó Raimunda, muito religiosa, impaciente, e
temente a Deus, resolve realizar um batismo de emergência para o
rebento não morrer pagão. – José, eu te batismo... Em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo! Mais de cinco décadas depois, na mesma data,
de plantão, realizo um parto bastante difícil. Criança com circular de
cordão, braço na frente do ombro, peso avantajado e com placenta colada.
Por sorte, foi realizado em hospital com todo aparato obstétrico e
neonatal. Não houve batismo de emergência.
A volúpia de José
Sávio, Zé Poivinha, Zé Sávio, Sávio Pinheiro e Dr. Sávio, comovida,
agradece a gratidão e o carinho de tantos amigos, que ao longo dos dias e
dos lugares por onde andou, se fizeram presentes em sua existência.
Foi, e ainda o é, no contato diário da medicina, que a enfermidade e a
saúde, a dor e a alegria, o medo e a esperança, misturam-se de forma
homogênea para formar a verdadeira essência da vida. Que a gratidão e o
respeito, e a amizade de todos vocês, que me enalteceram neste dia onze,
continuem me dando a vigorosa energia para que eu possa continuar
dançando, solenemente, a extrovertida valsa da nossa terrena passagem.
Muito obrigado, e um beijo no coração de todos.
Sempre
tive admiração por certas datas e por certos números. O trinta e um de
dezembro me estimula a fazer planos e a perpetuar o meu direito de
sonhar. O número treze, apesar de
temido por tantos, é um número muito querido por mim. Mas, o meu xodó recai sobre o onze de janeiro. Acho-o charmoso, imponente, saudável e um tanto quanto enigmático; mas me traz uma energia positiva, transcendental e verdadeira. Agora, pasmem: um onze de janeiro em 2013, realmente merece ser lembrado.
Logo cedo, ao me parabenizar, a minha mãe me reproduziu a magna data de seu primeiro parto. Pela manhã, foi visitar uma amiga que havia dado à luz, e teve, por gentileza, de dar banho no recém-nascido. À tarde, torrou um tacho de grãos de café, moeu-os em moinho manual e acomodou o pó em pequenas latas reutilizáveis. No crepúsculo vespertino, com as contrações uterinas em progressão, autoriza o meu pai a sair em busca da parteira. Antônia Cabeleira embrenha-se naquele ambiente doméstico fumando um cigarro confeccionado com fumo de rolo e palha de milho, e ordena a gestante a se preparar para o exame. Sem luvas, faz um toque vaginal e informa: - Está se aproximando a hora! – Vez por outra, lança jatos de saliva ao chão, porém sempre atenta às contrações uterinas. A bolsa se rompe em um dos toques vaginais. Talvez pelo contato direto da unha com a bolsa das águas. Todavia, o final do parto se torna longo, estressante e doloroso.
Às 22h30 nasce o pequeno José. Seria Domingos Sávio, não fosse pela falta de choro dos primeiros minutos de vida. A avó Raimunda, muito religiosa, impaciente, e temente a Deus, resolve realizar um batismo de emergência para o rebento não morrer pagão. – José, eu te batismo... Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Mais de cinco décadas depois, na mesma data, de plantão, realizo um parto bastante difícil. Criança com circular de cordão, braço na frente do ombro, peso avantajado e com placenta colada. Por sorte, foi realizado em hospital com todo aparato obstétrico e neonatal. Não houve batismo de emergência.
A volúpia de José Sávio, Zé Poivinha, Zé Sávio, Sávio Pinheiro e Dr. Sávio, comovida, agradece a gratidão e o carinho de tantos amigos, que ao longo dos dias e dos lugares por onde andou, se fizeram presentes em sua existência. Foi, e ainda o é, no contato diário da medicina, que a enfermidade e a saúde, a dor e a alegria, o medo e a esperança, misturam-se de forma homogênea para formar a verdadeira essência da vida. Que a gratidão e o respeito, e a amizade de todos vocês, que me enalteceram neste dia onze, continuem me dando a vigorosa energia para que eu possa continuar dançando, solenemente, a extrovertida valsa da nossa terrena passagem.
Muito obrigado, e um beijo no coração de todos.
temido por tantos, é um número muito querido por mim. Mas, o meu xodó recai sobre o onze de janeiro. Acho-o charmoso, imponente, saudável e um tanto quanto enigmático; mas me traz uma energia positiva, transcendental e verdadeira. Agora, pasmem: um onze de janeiro em 2013, realmente merece ser lembrado.
Logo cedo, ao me parabenizar, a minha mãe me reproduziu a magna data de seu primeiro parto. Pela manhã, foi visitar uma amiga que havia dado à luz, e teve, por gentileza, de dar banho no recém-nascido. À tarde, torrou um tacho de grãos de café, moeu-os em moinho manual e acomodou o pó em pequenas latas reutilizáveis. No crepúsculo vespertino, com as contrações uterinas em progressão, autoriza o meu pai a sair em busca da parteira. Antônia Cabeleira embrenha-se naquele ambiente doméstico fumando um cigarro confeccionado com fumo de rolo e palha de milho, e ordena a gestante a se preparar para o exame. Sem luvas, faz um toque vaginal e informa: - Está se aproximando a hora! – Vez por outra, lança jatos de saliva ao chão, porém sempre atenta às contrações uterinas. A bolsa se rompe em um dos toques vaginais. Talvez pelo contato direto da unha com a bolsa das águas. Todavia, o final do parto se torna longo, estressante e doloroso.
Às 22h30 nasce o pequeno José. Seria Domingos Sávio, não fosse pela falta de choro dos primeiros minutos de vida. A avó Raimunda, muito religiosa, impaciente, e temente a Deus, resolve realizar um batismo de emergência para o rebento não morrer pagão. – José, eu te batismo... Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Mais de cinco décadas depois, na mesma data, de plantão, realizo um parto bastante difícil. Criança com circular de cordão, braço na frente do ombro, peso avantajado e com placenta colada. Por sorte, foi realizado em hospital com todo aparato obstétrico e neonatal. Não houve batismo de emergência.
A volúpia de José Sávio, Zé Poivinha, Zé Sávio, Sávio Pinheiro e Dr. Sávio, comovida, agradece a gratidão e o carinho de tantos amigos, que ao longo dos dias e dos lugares por onde andou, se fizeram presentes em sua existência. Foi, e ainda o é, no contato diário da medicina, que a enfermidade e a saúde, a dor e a alegria, o medo e a esperança, misturam-se de forma homogênea para formar a verdadeira essência da vida. Que a gratidão e o respeito, e a amizade de todos vocês, que me enalteceram neste dia onze, continuem me dando a vigorosa energia para que eu possa continuar dançando, solenemente, a extrovertida valsa da nossa terrena passagem.
Muito obrigado, e um beijo no coração de todos.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
PROPÓSITO!
Neste Ano e todos os dias da minha vida espero cumprir um propósito feito. Não custa fazê-lo! Espero ser DELICADA E AMÁVEL, se a humanidade não perseguir muito! rsrs.
É isso aí meus amgos a delicadeza está plantada na boca!!!!!! Vejamos se será cunprida!!!!!!
Fideralina.
É isso aí meus amgos a delicadeza está plantada na boca!!!!!! Vejamos se será cunprida!!!!!!
Fideralina.
EGOÍSMO OU INGRATIDÃO?!!!!
Havia
Uma
garota
cega
que
se
odiava
pelo
fato
de ser
cega!!!
Ela também
odiava a
todos exceto
seu namorado!!!
Um dia ela disse
que se pudesse ver
o mundo, ela se casaria
com seu namorado. Em um
dia de sorte, alguém doou um
par de olhos a ela!!! Então o seu
namorado perguntou a ela: Agora
que você pode ver, você se casa comigo???
A garota estava chocada quando ela viu que
seu namorado era cego!!! Ela disse: Eu sinto
muito, mas não posso me casar com você porque você é
cego!!! O namorado afastando-se dela em lágrimas
disse: Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos, eles eram muito importantes pra mim...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Os Bitus
Algumas coisas e pessoas devem mesmo ser esquecidas..memória e coração são lugares nos quais devemos guardar coisas boas e pessoas melhores ainda.
Marcelle Melo
Guarde os " BITUS" na sua memória:
João
Fafá
Denizard(esposa e sobrinha)
Cícero ( esposa e sobrinha)..
...Cleide, Zezê, Isabel e Fafá. Essa turminha tem um enorme carinho por você
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
PSICOLOGISANDO.
Reflitam sobre:
Esse Cara Sou Eu
Roberto Carlos
* O cara que pensa em você toda hora (obsessivo).
* Que conta os segundos se você demora (intolerante).
* Que está todo o tempo querendo te ver (grudento/compulsivo).
* Porque já não sabe ficar sem você (louco).
* E no meio da noite te chama pra dizer que te ama (inseguro).
Esse cara sou eu...
* O cara que pega você pelo braço (agressivo).
* Esbarra em quem for que interrompa seus passos
(encrenqueiro/fobia social).
* Está do seu lado pro que der e vier (desconfiado/esquizofrênico).
* O herói esperado por toda mulher (Só se ele lavar, passar e cozinhar).
E a mulherada anda 'suspirando' por "Esse Cara"?!
Esse Cara Sou Eu
Roberto Carlos
* O cara que pensa em você toda hora (obsessivo).
* Que conta os segundos se você demora (intolerante).
* Que está todo o tempo querendo te ver (grudento/compulsivo).
* Porque já não sabe ficar sem você (louco).
* E no meio da noite te chama pra dizer que te ama (inseguro).
Esse cara sou eu...
* O cara que pega você pelo braço (agressivo).
* Esbarra em quem for que interrompa seus passos
(encrenqueiro/fobia social).
* Está do seu lado pro que der e vier (desconfiado/esquizofrênico).
* O herói esperado por toda mulher (Só se ele lavar, passar e cozinhar).
E a mulherada anda 'suspirando' por "Esse Cara"?!
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