Mensagem
Reflexão
terça-feira, 30 de setembro de 2014
30 DE SETEMBRO DIA DA BÍBLIA
AÇUDE JUNCO
A cidade de Granjeiro, fica na Região do Cariri. Lá tem um açude com três
ilhas onde se pode admiram o por do sol num espetáculo da Natureza. Ver
o alvorecer brilhar nas águas, nos desperta para uma reflexão numa demonstração de FÉ existente ali, quando descobrimos que DEUS É NATEREZA!
Fideralina, 30/09/2014
ilhas onde se pode admiram o por do sol num espetáculo da Natureza. Ver
o alvorecer brilhar nas águas, nos desperta para uma reflexão numa demonstração de FÉ existente ali, quando descobrimos que DEUS É NATEREZA!
Fideralina, 30/09/2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
PARA BRUNO
Difícil é te dizer
Onde fica o céu
E não é ao léu
O que vamos benzer
Mas falar é bendizer
Onde coloquemos a magia
Com toda a nostalgia
Sentindo grande aperto
Aqui no nosso peito
Explica a psicologia.
Com meu abraço e a lembrança daquele que também amei.
Fideralina, setembro 2014
Onde fica o céu
E não é ao léu
O que vamos benzer
Mas falar é bendizer
Onde coloquemos a magia
Com toda a nostalgia
Sentindo grande aperto
Aqui no nosso peito
Explica a psicologia.
Com meu abraço e a lembrança daquele que também amei.
Fideralina, setembro 2014
CADÊ O COBERTOR?!
De fome eles não morrem
E se acham da Pátria: o Salvador!
Vendo um pedinte logo correm
E dizem: "AI QUE HORROR"!
Enquanto as promessas superam
Deixando o pobre a espera
Do prometido cobertor.
O tempo não é esquisito
São eles, os governantes
Sem memória, esquecidos
E continuam reinantes
Dizendo do dever cumprido
Com um povo bem sofrido
De olhar faminto e penetrante!
Assim temos um povão
Que não perde o humor
Mas sabendo ter rasão
De ser povo sofredor
Com saudade e nostalgia
Vivendo em agonia
Esperando o COBERTOR!
Fideralina - 17/09/2014
E se acham da Pátria: o Salvador!
Vendo um pedinte logo correm
E dizem: "AI QUE HORROR"!
Enquanto as promessas superam
Deixando o pobre a espera
Do prometido cobertor.
O tempo não é esquisito
São eles, os governantes
Sem memória, esquecidos
E continuam reinantes
Dizendo do dever cumprido
Com um povo bem sofrido
De olhar faminto e penetrante!
Assim temos um povão
Que não perde o humor
Mas sabendo ter rasão
De ser povo sofredor
Com saudade e nostalgia
Vivendo em agonia
Esperando o COBERTOR!
Fideralina - 17/09/2014
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