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Reflexão

sábado, 28 de dezembro de 2013

BOM DIA!




MENSAGEM AO AMIGO JOÃO BITU

João Bitu é um bom amigo
E escreve como ninguém
Para ele uma homenagem
Que faço com muita emoção
Pois sempre se pronuncia
Com carinho e aquela atenção
Merece o meu carinho
E também, minha admiração
Agradeço suas belas palavras
Que me envia de coração.
Tenha pois um Feliz Ano Novo
Enviado com muita satisfação.



           Abraços: Fideralina








sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

PAUSA PARA MEDITAÇÃO por João Bitu


 

PAUSA PARA MEDITAÇÃO

 

É deveras impressionante como a ação dos tempos impõe modificações nos hábitos e costumes das pessoas, contribuindo para transformar e, por  vezes, aprimorar o relacionamento entre jovens e adultos, notadamente, à proporção em que no dia a dia os fatos vão ocorrendo alheios às nossas pretensões. Tudo se modifica ao mesmo tempo em que nos transformamos também, à mercê de comportamentos indiferentes aos princípios de nossa origem de vida, tais como nos foram legados por nossos ancestrais. É como se tudo precisasse ser mudado e uma atualização se fizesse necessária em nossa existência. Só que, entendo serem estas atualizações procedidas de maneira um tanto precipitada.

Não atentamos para determinadas atitudes ousadas no tratamento que dispensamos aos nossos semelhantes de idades mais avançadas. As pessoas mais idosas perdem gradativamente o direito de serem respeitadas como tais. A juventude não tem sido preparada por seus superiores para conservar o respeito e a obediência a quem de direito. As coisas, em geral, não são mais como antigamente.

Será que tudo o que acontece é para melhorar a vida gente? A modernização que se opera em nosso cotidiano será mesmo um corretivo ou estímulo para aperfeiçoar os atuais usos e costumes?  Tudo mesmo?

Certo é que há uma enorme diferença entre a atualidade e o passado.  Estamos completamente diferentes de outrora, na maneira de vestir, na forma de como nos comunicar com o próximo, em como conquistar amizades e saber conservá-las e, como já fiz referência acima, dispensar o respeito e admiração aos nossos concidadãos que alcançaram a honrosa terceira idade com sacrifício, com luta e com amor.  Alias, dizia-me um amigo, “ficar velho até que é muito bom, difícil mesmo é ser velho”. Todos nós sonhamos e almejamos viver bastante, assistir o nascimento e crescimento de filhos, netos, bisnetos e mais aderentes na plenitude de nossa saúde e bem estar. Mas “caducar” não... só  se for no sentido de brincar, acariciar e bajular os descendentes.

Entre os doze e vinte anos de idade, no ápice da adolescência, experimentei uma fase de acentuada timidez, ao ponto de me tornar portador de enorme complexo de inferioridade. Tudo era belo ao meu redor, menos eu. Todos mereciam afeição, admiração, cobiça pessoal, menos eu. Custei a superar certos preconceitos, enfim consegui quase totalmente, graças a repetidos acontecimentos merecedores de uma melhor análise e reflexão. Os tempos se encarregaram, realmente, de nos transformar a qualquer custo.

Lentamente fomos amadurecendo e enriquecendo nossos propósitos de vida, alterando idéias e pretensões pessoais. Começava a surgir uma nova perspectiva e razão de ser. Comecei a aprender com os próprios erros cometidos ao longo da existência. E como aprendi?

Recentemente, por telefone, conversava com uma de minhas melhores amigas, daquele saudoso e longínquo passado e lembrava que a nossa amizade fora imensa, altamente saudável e duradoura” e acrescentava: Só não fomos namorados  porque eu achava que  você não me queria, ao que ela respondeu:  Porque é que você achava assim?.

Ora, diante de minha timidez e como nos comportávamos na ocasião, era assim que as coisas aconteciam. Faltava iniciativa entre os dois e mais que isto, receio, medo de levar uma mala.

Quem sabe se um grande amor não existia e o temor e falta de coragem não o deixaram vingar? Tudo é possível,

Não teria sido melhor se tivesse havido ousadia e não timidez entre ambos?

DEUS o sabe e é por sua vontade permissiva que o tempo se encarrega de tudo, convenhamos. Deixemos as coisas acontecer como ELE o desejar.

Tudo passa sobre a Terra – disse José de Alencar,

 

João Bitu

 

 

 

 

 

 

domingo, 8 de dezembro de 2013

DOS MALES O MENOR por João Bitu






DOS MALES O MENOR
Já findou o Brasileirão
Nosso Estado não deu sorte
Foi uma luta de morte
Muito cheia de emoção
E apertos no coração.
Quem foi mais fraco caiu
Quem foi mais forte emergiu.
Baqueamos, lá e cá, confesso,
Nem o Vovô teve acesso
Nem o ICASA subiu!



Mesmo tendo havido luta
Faltou um pouco de garra
O time não se agarra
Com vontade absoluta
Nem coragem na disputa.
A equipe parece fria
Tem visível apatia.
É a forma de dirigir
Claro! Devo admitir
Falhas da Diretoria!



Futebol é um troço ingrato
Ganha às vezes o pior
Nem sempre vence o melhor
Jogando até mais de fato
No fim entra de gaiato.
Não adianta chiar
Nem sequer se lamentar
E dar uma de ignorante.
Vale é bola no barbante
Não tem como se queixar.



Eis o Vasco ,time famoso
E de primeira grandeza
Capaz com toda certeza
De ser sempre vitorioso
Teve um final vergonhoso!
O fracasso foi seu destino
Contudo desde menino
Apesar das intempéries
Primeira ou segunda séries
Fui e serei Vascaino!


Muito pior, entretanto,
Um verdadeiro horror
Vai passando o tricolor
Que se mantém em seu canto
No mais triste desencanto
Já com dois anos na lona.
Amargando a terceirona
Apanhando do Ceará
Que bem folgado está
No topo da segundona!


João Bitu.

IMPOSSÍVEL ESQUECER
CINCO LETRAS QUE CHORAM   ( Ceará - Icasa e Vasco )

Francisco Alves
 




sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

FURTIVAS SERENATAS por João Bitu



OCORRÊNCIAS E FATOS

FURTIVAS  SERENATAS

João Bitu                                           

Em minha mocidade arrisquei bastante a vida. Em Várzea Alegre por considerar tudo muito tranqüilo, sem maiores riscos de imprevistos como assaltos, armadilhas  e    fatalidades outras como ocorre atualmente em todas as partes em que habitamos e ainda, impulsionado pela fragilidade evidente na cabeça em se tratando de  juízo,  costumava eu  fazer noitadas as mais  loucas ao lado de companheiros igualmente pouco receosos.

Com o passar dos tempos fui amadurecendo, utilizando melhor a cabeça em seu devido lugar e adotando procedimentos mais dignos à vida numa cidade tão maravilhosa como Várzea Alegre, berço de gente bem, homens de valor e de alta expressão social, política e empresarial.

Busquei atentar mais para os estudos. Em 1951 fiz o curso de admissão ao Ginásio no Colégio Diocesano de Crato, uma prova relativamente difícil levando em conta o fato de haver estudado em mais de uma escola onde a maneira de aprender a ler e escrever as lições, diferia uma da outra,  na  medida em que mudavam os professores e de certo modo a forma  de ensinar, contudo, logrei pleno êxito e no ano seguinte iniciei o ciclo ginasial, confesso que até aí correu tudo bem, sempre obtive notas muito boas e não sofri quaisquer dificuldades de assimilação. O aproveitamento foi louvável a exemplo do curso primário nas escolas de menor porte.

Naquela época, entretanto, despertou em mim um ardente desejo de repassar aquelas músicas românticas que eram tocadas na Amplificadora “A VOZ DE VÃRZEA ALEGRE” sob a apresentação de Walquirio Correia aos corações apaixonados, em forma de serestas a cargo de uma equipe de seresteiros por mim formada. Tínhamos clarinete, violão, pandeiro e um cantor boêmio escolhido na cidade. Contando com a conivência de um de meus irmãos, fugia do casarão  quando todos já dormiam e realizávamos a serenata obedecendo um itinerário previamente estabelecido. Iniciávamos na Pracinha Nova ( hoje Praça dos Motoristas( ), em seguida parte da Getúlio  Vargas, tomávamos de volta  a Rua Major Joaquim Alves, Praça Santo Antonio, em fim para concluir,  ficávamos em frente a Igreja de São Raimundo, exatamente no Cruzeiro onde fazíamos uma pausa para que eu me recolhesse ao leito com o espaço de tempo necessário a que  me acomodasse seguramente, sempre com a ajuda do citado irmão que me aguardava de olhos bem abertos e atento a qualquer imprevisto. Só então tudo recomeçava tranquilamente com os demais participantes da aventura. A estas alturas, vez outra, uma terceira  pessoa de casa ao despertar com os lindos sons, indagava inocentemente ao meu ouvido: “João está ouvindo?”

Assim era, tudo aconteceu sempre na mais perfeita harmonia, até hoje não entendo  como tudo sucedeu sem o menor incidente. O segredo das arriscadas aventuras foi sempre mantido e guardado convenientemente.

Agradeço a DEUS e peço perdão por  tais  aventuras, que hoje chamo inomináveis loucuras,   cometidas impensadamente.

Aqueles companheiros de noitadas hoje estão em outro plano de vida, também eles foram contemplados com a sorte de não terem sido desmascarados.

Tudo passa!

 

João Bitu
IMPOSSÍVEL ESQUECER
EU SONHEI QUE TU ESTAVAS TÃO LINDA
Carlos Galhardo
 

 

 

 

 

 

FAMÍLIA FELIZ!



Melhor do que todos os presentes embaixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz!


MENSAGEM AOS AMIGOS!

Em 2014, estaremos a todo vapor e desejando que o ANO seja vivido com muito AMOR, PAZ, SAÚDE E ALEGRIA A TODA A HUMANIDADE!
              Fideralina

A IMPORTÂNCIA DAS VELAS NA NOITE DE NATAL!


A beleza misteriosa do Fogo, deixam as pessoas encantadas desde a pré-história.
Desde o surgimento das velas que o Cristianismo, em todo o mundo, utiliza a graça de suas luzes para uma parte dos mistérios da Fé.
Jesus disse:“Eu sou a Luz do mundo”
“Deixem brilhar vossa luz diante dos homens, que eles possam ver suas boas ações
e elogiar o seu Pai no céu. ”
As velas fazem parte no santuário, sobre os altares, simboliza a vida e lembra-nos da Luz do Homem; Jesus!
No altar, existem duas velas, uma simboliza Jesus e a outra Deus!
A Luz tem sido um importante símbolo deste Messias, a partir do momento em que a estrela brilhou a leste, e levaram os sábios de Belém.
Diz a lenda, da criança a procura de um lugar para ficar na véspera de Natal. E uma família colocou velas em suas janelas como um sinal de boas vindas para esta criança de rua.
Na mesma noite, o pequeno estranho se aproximou a porta desta família e teve um local para passar o Natal. Desde então as velas de Natal são parte fundamental da decoração natalina, recordam-nos as boas-vindas a Cristo criança em nossos corações mais uma vez.
Faça na sua casa, a decoração das velas e acenda quantas puder, com muita cautela é claro, e sua noite de festa vai trazer Luz e paz nos corações.
FELIZ NATAL!
                      ADALZIRA
       

















quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL A TODOS.

Que a estrela principal do Natal, Jesus Cristo, seja uma luz a brilhar sempre na vida daqueles que o buscam.
           Fideralina

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

CURIOSIDADE SOBRE O CORPO HUMANO



Por que a gente Soluça?
Soluço é a contração involuntária do músculo do
diafragma, responsável pela respiração.
O soluço geralmente é causado por uma irritação no
nervo frênico, responsável por ativar o diafragma
devido a um aumento do volume do estÃ?mago.
E não é lenda a história de que um susto pode curar o
"soluçante", pois libera adrenalina e ativa o nervo
frênico, outra saída é a água gelada, que provoca o
mesmo efeito.

Ih!, Meu Pé Dormiu!
Isso acontece porque a compressão do fluxo sangÃ?íneo
(ao cruzar as pernas, por exemplo) interrompe o tráfego
de impulsos nervosos. Ao restabelecer o fluxo, acontece
uma espécie de"curto circuito" nos impulsos elétricos
dos nervos,daí a sensação de formigamento".
Há até um problema conhecido como
"paralisia dos amantes". O casal dorme junto e um
deles fica em cima do braço do outro.
O fluxo sangÃ?íneo pode ficar interrompido por horas,
comprometendo por meses ou até para sempre o
músculo do braço". A saída para o formigamento restabelecer
o fluxo sangÃ?íneo, movimentando o músculo.
Dependendo do caso, é necessário fazer fisioterapia.

Por que tenho vontade de fazer
xixi quando entro na Piscina?
Não é sacanagem.
Ao entrar na água, a pressão externa sobre o corpo
aumenta. "Os líquidos componentes do plasma que estão
fora dos vasos são "empurrados" para dentro deles", com o aumento
do volume de sangue nos vasos - chamado volemia - vem a
vontade de urinar. É como beber água.
Por falar em água, é verdade que torneira aberta e
chuveiro despertam a vontade.
"É psicológico, chamamos de reflexo da micção".

De onde vem a Cãibra?
Segundo o neurologista Acary Oliveira, da Unifesp,
95% da população já experimentou esse espasmo muscular,
em geral na barriga da perna. "Após intensa atividade física,
acaba a energia e a musculatura se contrai e não relaxa".
Para passar, o segredo é contrair o músculo oposto ao
que está doendo, como fazem os jogadores de futebol.
Se a cãibra for na barriga da perna, por exemplo,
basta alongar os músculos da parte da frente,
puxando a ponta do pé para cima ,em direção a canela.

O que causa o Arroto?
Também chamado eructação, o arroto é causado pelo ato
de engolir ar (aerofagia). "Falar ou comer muito rápido,
engolindo ar, são as causas mais comuns".
Ingerir alguma substância que contenha gás, como
refrigerante, pode ser outra causa provável.
A cura não é muito educada.  Basta "eructar".

Por que, às vezes, meu Olho Treme?
O espasmo das pálpebras é causado pela contração do
músculo orbicular (músculo responsável pelo fechamento
das pálpebras). A causa mais provável é que seja provocado
pelo cansaço ou tensão. "É como uma cãibra", explica o
oftalmologista Paulo Henrique, da Unifesp.
O músculo se movimenta rápido para fazer circular mais
sangue na região e dissipar o ácido lático, responsável
pela irritação na terminação nervosa.

Por que há uma espécie de "Choque"
quando se Bate o Cotovelo na Quina da Mesa?
A reação é causada pela compressão de um nervo
chamado ulnar. "No cotovelo, o nervo ulnar está muito
exposto, ficando suscetível a pancadas". Esse nervo está ligado
aos dedos mínimo e anular.  Por isso, a sensação de choque
se espalha do cotovelo  até esses dois dedos.

Estalar os Dedos Engrossa as Articulações?
Não. "Ao esticar o dedo, o líquido sinovial lubrificante
da articulação responsável por diminuir o atrito se
desloca sob o vácuo formado entre as articulações,
fazendo o barulho do estalo", ensina o ortopedista
cirurgião de mão Luís Nakashima. O mesmo fenÃ?meno pode
ser percebido nas costas e nos joelhos.
"Provocar o estalo no dedo não faz mal algum".

Por que tenho a Impressão de já
ter Visto um Lugar Onde Nunca Estive?
A sensação de "déjá vu" pode acontecer com quase todos
e tem origem biológica.  O hipocampo - região do cérebro
responsável   pelo processamento da memória - é ativado
fora de hora, exatamente quando está ocorrendo um fato
novo, dando a impressão de que aquilo já estava registrado,
de que é um fato do passado. O evento é mais freqÃ?ente em
pessoas com epilepsia no lobo temporal e isso, provavelmente, está
relacionado com" disparo "anormal do hipocampo, um dos
centros cerebrais da memória", explica o psiquiatra
Roberto Sassi.  Mas isso não implica que pessoas
que tenham "déjá vu"  sofram de epilepsia.

Por que a gente Boceja?
"É uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono",
afirma o coordenador do departamento de distúrbio do
sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva. Ao bocejar, o segundo
e o terceiro ramo do nervo trigêmeo (um dos nervos
da face) são ativados, stimulando o cérebro.
O mesmo efeito pode ser obtido mascando chiclete.
"O único mistério é o fator" epidêmico "do bocejo
ninguém sabe porque as pessoas bocejam quando vêem
outras bocejando", diz Ademir.

Por que os Pêlos ficam Arrepiados?
"O frio e as fortes emoções são os principais
estímulos causadores da contração do músculo eretor
dos pêlos", afirma a neurologista Cláudia Garavelli. A origem
pode estar na teoria darwinista e sua explicação é que
o arrepio é uma forma de defesa. No frio, a camada
formada pelos pêlos retém o ar  quente, aquecendo o corpo.
No medo, aumenta-se o volume do corpo, assustando-se
assim um eventual agressor, como fazem os gatos.

Por que a Pele da Mão
enruga quando ficamos na Água?
"Porque a camada externa da pele do dedo é composta por
uma proteína - a queratina - que pode absorver
"água como uma esponja", explica o clínico geral
Luís Fernando. A camada externa da pele da ponta dos
dedos é "fixa", para caber o volume de água absorvido, a pele enruga.

O que causa o Espirro?
"É um mecanismo de defesa, uma forma de o organismo
liberar bactérias e vírus alojados nas vias respiratórias,
especialmente no nariz, limpando-o". Explica o neumologista
Clystenes Odyr Silva. Não tente impedir o espirro e
jamais bloqueie o nariz para evitar fazer barulho.
A velocidade do espirro pode ser de 160 km/h; ao
tampar nariz, a pressão é transmitida para um canal
do ouvido e corre-se o risco de ter-se o tímpano rompido.

É verdade que Orelhas e Nariz
Crescem quando Envelhecemos?
Não. O problema é que o tecido de sustentação da pele
perde elasticidade. "A partir dos 75 anos, a flacidez é
mais acentuada devido à perda da elastina, proteína
responsável pela elasticidade da pele", afirma o geriatra Clineu Almada.
"Assim, tecido "cai", dando a impressão de que o órgão cresceu".

Bacana saber essas coisas,  não é mesmo !?___

FELIZ NATAL!


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

TEMPO DE ADVENTO. DEZEMBRO.


De Gilvanise Pessoa

"DEZEMBRO , a Palavre de DEUS é a estrela guia para o meu dia. Que venha o NATAL, singelo, sincero, e nos traga muita LUZ, AMOR, mensagens belas e verdadeiras, traduzidas pela VOZ DO SENHOR... " acabando de montar meu presépio "

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DOCES LEMBRANÇAS DE MINHA TERRA por João Bitu











2 de dezembro de 2013


DOCES LEMBRANÇAS DE MINHA TERRA - por João Bitu




DOCES LEMBRANÇAS DE MINHA TERRA



“GUARDO como se tudo fosse agora
Com bastante clareza ainda lembro
Era uma noite cálida de setembro
Assim pelas vinte e uma horas
Em quarenta e oito e muito embora
Eu já fosse quase um homem feito
Ao ouvir Maria Bethânia, com efeito,
Na voz plangente de Nelson Gonçalves
((Eu estava na Rua Major Joaquim Alves)
Pus-me a chorar não houve outro jeito” .


A família me mandara para a cidade, Várzea-Alegre é claro, a terra que amamos de todo coração e donde temos as melhores recordações, visto que hoje habitamos noutro lugar, embora apenas físicamente, porquanto, em nossos pensamentos continuamos residindo lá o tempo todo. Os meus pais tinham o propósito de me oferecer boas escolas e esta era a única forma de iniciar sem maiores dispêndios financeiros, ao alcance de suas disponibilidade econômicas.

O passo inicial foi dado na escolinha de Dona Francisca de Romão, “Dona Caixinha”. que se casou com Antonio Alves Costa“Antonio Diô”, A escolinha funcionava em sua residência no turno da tarde. No ano seguinte fui para a escola de Walquírio Correia, muito em evidência naquela época, cursando o terceiro ano primário. Ótima escola, o professor bastante eficiente e altamente brincalhão, sem perder a autoridade necessária à função. Tive ainda uma ligeira passagem pelo Grupo Escolar, hoje o Colégio Estadual José Correia, na antiga Rua Getúlio Vargas.
Walquírio Correia foi quem nos levou e matriculou para prestar exames de Admissão ao Ginásio no Co-
Légio Diocesano de Crato em fins de 1951. Obtive aprovação e no ano seguinte iniciaria o Curso Ginasial.
Várzea Alegre, todavia, foi e será o meu berço amado, nada me fará esquecer toda sua beleza natural e esplendorosa vivência em torno do que se criou com o dia a dia.
A ‘AMPLIFICADORA A VOZ DE VÁRZEA ALEGRE” era o que havia de mais bonito, útil e saudável na cidade
em termos de entretenimento e alegria., A juventude ansiava pela hora em que se iniciavam os seus trabalhos noturnos com a inesquecível valsa“BRANCA’, que indicava a abertura de sua programação musical, anúncios de ocorrências natalícias e outros tantos acontecimentos sociais. As duas pracinhas existentes, a saber - praça velha e praça nova -recebiam em massa a mocidade que rodeava em doce desfile de beleza e ansiedade em seus corações, ao ouvir as músicas tocadas na amplificadora sob a direção eficiente e alegre de Walquírio, sempre alegre e criador como costumava ser.
Eram músicas de alto gabarito e bom gosto, adquiridas a dedo por HAMILTON CORREIA em Fortaleza,
aquelas que se destacavam nas paradas de sucesso, obras de compositores de valor e interpretadas igualmente por cantores em destaque.
Entre tantas melodias inesquecíveis lembremos de “TARDE FRIA’ que ainda me dá um frio no coração, só em pensar, “A PÉROLA E O RUBI” que de fato era uma pérola, “MARIA BETHÂNIA”, “PECADO ORIGINAL, ”ROSA”, “SONHEI QUE TU ESTAVAS TÃO LINDA”. Bom, é Impossível Esquecer.
Vamos ficar por aqui para não dar vez às lágrimas que já me tocam o coração velho sofrido de tantas recordações.
A melodia abaixo me levou a caminhar aproximadamente 18 quilômetros de Várzea Alegre até as Carnaúbas para abraçar meus queridos velhos e amenizar um pouco as saudades. 
João Bitu
IM POSSÍVEL ESQUECER   
MARIA BETHÁNIA
Nelson Gonçalves

domingo, 1 de dezembro de 2013

FAMÍLIA PINHEIRO DE MENEZES

Senhor Luiz Menezes e Clênia Pinheiro de Menezes:

O dia 29 de novembro do ano em curso, ou seja 2013; ficará marcado na memória do casal, uma das maiores alegrias que um filho pode proporcionar aos seus genitores. Não sei se o 17 de julho do ano de 1987 foi mais emocionante. As datas são importantes sim! A emoção de ser PAI/MÃE não deve ser sentida por aqueles que não viveram essa emoção. Vocês, viveram a mesma alegria, acredito. Existe diferença, isso não se pode negar. No entanto, o filho que chegara nessa data, proporcionou hoje, mais uma satisfação e orgulho por fazer parte dessa FAMÍLIA!
Agradeçam a Deus por André existir, esse que ora celebra uma vitória com esse nível! Garoto simples, nascido de pais sertanejos. avós agricultores mais dignos e honestos num sertão "BRABO" como é o Nordeste!
Parabéns ao SENHOR DOUTOR ANDRÉ PINHEIRO DE MENEZES, aos pais que souberam educá-lo, mostrando a realidade da vida concedida por Deus. Parabéns também àqueles que souberam contribuir para que ele alcançasse seu objetivo.
Por acompanhar sua trajetória, André, agradeço a Deus por essa glória! Lamentavelmente sinto-me emocionada por não ver compartilhando da alegria do momento, por dois grandes "HOMENS" que, se aqui existissem estariam soltando rojão e iluminando o céu com fogos e artifícios. Aos Senhores: Assis Menezes e Chico de Louzo, nossas saudades!
Não contendo mais as lágrimas e controlando a emoção e o pesar de não me fazer presente ao tão importante evento, expresso as minhas alegrias e os meus votos para que seja um grande e eficiente PROFISSIONAL. Que a saúde da nossa gente tenha mais um "BOM E EXEMPLAR MÉDICO"!
Abraços da tia Fidera (como me chamas.)

Bonjour!



                                         Bom dia!


                          Veja Fafá e Zezê ainda crianças.




 
Les visages de Fafá




















sábado, 30 de novembro de 2013

MADALENA DE PININO por João Bitu

OCORRÊNCIAS E FATOS

MADALENA DE PININO
João Bitu

“Cleidnha o seu irmão e Padrinho Joãozinho ama muito você, ame-o também que lhes fará um grande bem.
Desde o venturoso dia 24 de junho, quando chegou àquele belo casarão no sítio Carnaúbas,bonito e saudável como ele só, situado à beira do Riacho do Machado uma visita que era ansiosamente esperada pelo casal proprietário e residente naquela mansão maravilhosa. Existia bem em frente dela para sombra e deleite dos habitantes da localidade, uma árvore antiga denominada Pau Mocó que os tempos desfolharam e por fim a extinguiram indiferentes a sua beleza e utilidade, conquanto, os trabalhadores da vizinhança faziam uso da sombra para a sua sesta reparadora ao meio dia, isto quando não usavam-na para outras várias utilidades como por exemplo, afiar seus instrumentos de luta na roça a saber, enxada, foice, roçadeira e outros tantos objetos do gênero. Através de um pedaço de ferro do tamanho adequado, adquirido dos restos de uma qualquer ferrovia construída ao longo da região e um martelo de porte médio, era feita a amolação dos eficazes instrumentos de serviço. Infelizmente esta prática de certo modo trazia sérios incômodos em razão do barulho estridente que ocasionava, principalmente, por ser executado no horário de repouso daquela gente.
Naquela data, entretando, houve silencio. Um silêncio programado por motivo da chegada tão ansiosamente aguardada da visita ao lar dos BITUs. Houve barulho sim, mas um barulho festivo, comemorativo, lindo e maravilhoso que saltitou e transbordou nos corações daqueles felizardos”papais”, compadre Zé Bitu e Comadre Vicentina, bem como dos demais irmãozinhos que da mesma forma vibravam e pulavam de total felicidade. Como havia contentamento naquele bendito lar! Era a vinda de mais um bem precioso que vinha aumentar a alegria de uma gente graciosa e dedicada por extremo à prole já existente. Logo a notícia se espalhou na visinhança e os festejos se intensificaram em alto estilo. A sombra do frondoso Pau Mocó que por força da eventualidade teve ligeiro recesso, teria o reinicio de suas barulhentas atividades funcionais e as ferramentas voltariam a ser amoladas.
Aí então coube a Joãozinho a doce incumbência de nos levar a tão grata notícia que em verdade merecíamos receber, desde que muito amigos e ligados à família desde anos e mais anos de convívio e atividades mútuas. Lembro=me com alegria quando ele surgiu ao topo da ladeira que se aproximava de nossa casinha na Lagoa de Dentro e gritou freneticamente: “MADALENA nasceu uma menina muito bonita mas pretinha que só o fundo de uma panela de barro”. Esta comparação, por demais exagerada, era por conta de sua grande alegria quase incontida, pode-se deduzir é claro e mais que evidente.

Em verdade, nossa MADALENA DE PIININO, era uma pessoa de enorme importância para nossa família, tanto como pessoa humana como na qualidade de serviçal, porquanto, foi nossa lavandeira por muito tempo, cobrando a irrisória quantia de “um tostão” por peça. DONA VICENTINA fornecia o “SABÃO DA TERRA” magistralmente fabricado por ela mesma.
A respeitável lavandeira concluia a operação com sua mão de obra e a água branco-azulada da Lagoa de Dentro, local onde tinha sua residência.
Resta ainda citar com muita justiça o seu alto senso de responsabilidade, carinho e afeto para conosco. DEUS a tenha minha cara MADALENA DE PININO!
- Cleidinha, assim tudo aconteceu, lembro-me com a mais absoluta clareza, que DEUS lhe abençoe!




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

MINHA CIDADE por João Bitu

MINHA CIDADE
Em constante caminhada
O que muito fiz na vida
Jamais deixei esquecida
Nossa Várzea Alegre amada
Minha terra abençoada!
Berço de gente da paz
Que é só o que ela faz
E queira o PAI que assim se alastre,
Apesar de seus contrastes
Muito orgulho ela nos traz!


Várzea Alegre tem nos dado
Um gênero de criatura
Que nem pouco se mistura
Com esse tipo mal gerado
Hostil e mal educado
Procedimento obscuro.
Dá à luz o homem puro
Tem velhice conservadora
Mocidade promissora
De auspicioso futuro!
Todo filho seu se ufana
Da origem de sua vida
De sua terra querida
De tantas a mais bacana,
De tradição soberana!
E hoje como ela está
Não há mais bela, não há,
O seu céu de um lindo azul
Na região Centro Sul
Muito ilustra o Ceará!


Desde os tempos de menino
Sempre às margens do Machado
Tive a honra de ser criado
Junto a Zé Clementino.
Desde muito pequenino!
Nas Carnaúbas pertinho
Do sítio Juazeirinho
Onde nascera o cantor
E brilhante compositor
Nós dois éramos vizinhos
 
Deixamos a localidade
Em nossa adolescência
E fixamos residência
Ambos então na cidade
Com familiaridade!
Pra onde? -Dizer é preciso?
Várzea Alegre! – olha o sorriso!
A terra de meus amores
Meu jardim cheio de flores
Autêntico paraíso!


Nossa terra tem beleza
Tem de tudo pra se ver
Em tudo se fez crescer
Demos graças à natureza
Que lhe deu tanta riqueza.
Nossa terra é um primor
Tudo nela é de valor,
Teve ascensão inaudita
Além de limpa e bonita
É toda cheia de amor.


Fui ao Rio de Janeiro
Pra ficar, mas não fiquei
Com saudades optei
Por Várzea Alegre em primeiro
E o Rio por derradeiro.
Razões eu entendo tê-las
É bem fácil concebê-las
Coisas do próprio instinto
Certo é que ora me sinto
Bem feliz como entre estrelas!


João Bitu




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

AS QUERMESSES EM MIGUELÓPOLES por João Bitu




 

 

                            AS QUERMESSES EM MIGUELOPOLES

 

 

                              Anualmente por ocasião dos festejos juninos acontecia no sítio Juazeirinho, localidade situada bem ao lado da ribeira ou Estrada Velha entre as Canaúbas e o Açude das Caraíbas, já nas proximidades do Distrito de Canindezinho, num pequeno povoado que foi  criado por iniciativa e direção do Senhor Miguel Marica, avô do cantor e compositur ZÉ CLEMENTINO, cidadão muitíssimo conceituado naquela região,  as comemorações em alto estilo e riqueza em temos de bom gosto.

                              Entre as décadas de quarenta e cinqüenta foi erigida uma Capelinha muito bonita e daí as missas e demais cerimônias religiosas passaram a ser celebradas em suas dependências, quando antes ocorriam na residência daquele patriarca, Com a edificação da Igreja, Padre Otávio batizou o locai com o nome de” MIGUELÓPOLES” em  homenagem ao seu fundador,  que significa  cidade de MIGUEL.

                              Por ocasião dos festejos acorriam muitas  pessoas atraídas não somente  pelas  atividades religiosas que eram dignas de muito respeito e apego, mas também e principalmente pela existência de comestíveis diversos e   a apresentação   de  brinquedos infantis como reco-reco, colares de coco catolé, bolinhas plásticas de variadas  cores e  de inúmeras  outras  maravilhas que encantam os olhos da   criança.

                              O vigário de Várzea Alegre era o Padre José Otávio de Andrade, nascido em Bebedouro na região dos Inhamuns, era estimado sem exceção por toda gente da comarca. Tinha como assistente principal, João Batista (ou João de Seu Amadeu), uma figura queridíssima notadamente pelo seu alto senso de humor, por todos que o conheciam.  Costumava fazer presepadas as mais interessantes possíveis e contar anedotas ao seu gênero.

                              Eram criados dois partidos com o objetivo  de angariar  fundos  para custeio das despesas a saber: O partido AZUL e o partido ENCARNADO, que davam motivação a uma acirrada disputa que esquentava os ânimos de seus participantes e adeptos.                                                                                                                                                                                                                                       

                               De toda circunvizinhança vinham fiéis cheios de fé e confiança em busca de ativar e renovar seus propósitos e sua luta contra o pecado, pela assistência às cerimônias religiosas, pela confissão e pela comunhão por intermédio do sacerdote aos pés de Santo Altar. A Capela toda enfeitada com flores e as imagens alegremente rodeadas de inscrições com dizeres cristãos davam a tonalidade fiel  das comemorações. Era uma atração à parte. Lá  fora  a alegria contagiante  com o pipocar dos fogos de artifícios, bombas, traques  e   gritos    estridentes das crianças gerando um majestoso  espetáculo;

                                    Até de localidades mais distantes as pessoas de todas as idades vinham  aos festejos  para assistir as missas, rezar, confessar seus delitos,comungar diante do seu sacerdote. Eis que em certa ocasião, como nos foi relatado pelo próprio sacristão, duas senhoras já de idades bastante avançadas, chegaram para receber aqueles sacramentos da Igreja, contudo a cerimônia havia terminado há algum tempo, o que as levou a lamentar e chorar copiosamente pelo tempo perdido e pela caminhada empreendida inutilmente. Compadecido diante daquele malogro João Batista, homem solícito e caridoso e não muito comprometido com os rígidos critérios da Santa Igreja, achou por bem contemplar as duas velhinhas sofridas com a realização da santa comunhão e o fez pessoalmente, deixando-as felicíssimas conscientes de haverem alcançado  as suas aspirações.

                                          O que não se sabe, entretanto, é qual teria sido a reação de Padre Otávio, ao tomar conhecimento daquele procedimento fortuito de nosso bem estimado e  prestativo Sacristão.

 

João Bitu

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

 

 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

PACIÊNCIA NA CAMINHADA por João Bitu



PACIÊNCIA NA CAMINHADA

 

Afirmou o nobre poeta, de maneira bem direta
Que este simples prosador
Além de escrever seus versos,  trocadilhos os mais diversos
Também é historiador.

Há muita bondade nisto, generosidade, insisto
Que o caro leitor me acate
Se for a sua vontade, se o achar na verdade
Simplesmente como vate.

Como tal que me integre, na querida Várzea Alegre,
Ao grupo de outros poetas.
Pois nem pouco se proclama, com tão semelhante fama
- Numa altura mais discreta!

Eu lembrei hoje cedinho do bem amado Bidinho
Lembrei também ”Zé Pequeno”
Assim como estou lembrado, de Luiz Dantas Quezado
Lembrei-me muito sereno!

De poetas de minha terra, meu saudoso pé de serra
Fartamente idolatrado.
Costumava com alegria, ouvir de sua autoria
Lindos versos em punhado!

Esses foram realmente, historiadores, gente!
Com muita sabedoria
Destrinchavam com grandeza, com minúcias e beleza
Como bem lhes parecia.

Que ressurja em meu auxílio, o meu Professor Pompilio
Com a magia de contar
As suas belas histórias, todas elas de memória
Venha ele me ajudar!!

Queria com ele aprender, para então escrever
Historietas bonitas
Temperadas de humor, doçura e muito amor
Cujas nunca foram escritas.

Honras a  Pompilio Velho ...juro pelo Evangelho
Se morasse sua memória
No meu “eu” ajudando, eu estaria brilhando
Já no alto da história.

Faria jus com a rima, a quem me pôs lá em cima
Como historiador
Peço encarecidamente, que se vá seguramente
Mais devagar com o andor!

João Bitu